terça-feira, 25 de maio de 2010

Ingresso na Carreira Docente

Instituído Exame Nacional de Ingresso
na Carreira Docente

Portaria publicada na edição de hoje, 24, do Diário Oficial da União institui o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente. O exame, que será realizado pelo Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – avaliará conhecimentos, competências e habilidades de profissionais que tenham concluído ou estejam concluindo cursos de formação inicial para a docência e que desejam ingressar na carreira do magistério. A primeira edição do exame, que é anual, se realizará em 2011.
O Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente deverá subsidiar a contratação de docentes para a educação básica pelos governos estaduais e municipais. As secretarias de educação interessadas em utilizar os resultados do Exame definirão a forma de utilização desses resultados para fins de contratação de docentes.
A participação no Exame é de caráter voluntário, mediante inscrição e conferirá ao candidato um boletim de resultados, cujos dados somente poderão ser utilizados mediante autorização expressa do candidato.
O Exame servirá, ainda, para oferecer diagnóstico dos conhecimentos, competências e habilidades dos futuros professores para subsidiar as políticas públicas de formação continuada bem como para construir um indicador qualitativo que possa ser incorporado à avaliação de políticas públicas de formação inicial de docentes.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ATENÇÃO PROFESSOR! FIQUE POR DENTRO DA MOBILIZAÇÃO. PARTICIPE!

AGENDA DA GREVE

DATAATIVIDADELOCALHORA
10/05DABEN - REUNIÃO DO COMANDO DE GREVEESCOLA ESTADUAL MARIA LUIZA15:00
10/05DEBATES SOBRE O PCCR NAS ESCOLASESCOLAS ESTADUAIS--:--
10/05 ASSEMBLEIA GERAL CASTANHAL --:--
11/05 ATO PÚBLICO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARÁ 09:00
11/05 REUNIÃO COM A CATEGORIA MARITUBA --:--
12/05 PANFLETAGEM SEDUCÃO 07:30
12/05 PANFLETAGEMFEIRAS DA CIDADE 07:00
12/05 ATO NA INAUGURAÇÃO DO CAMPUS DA UEPA (VISITA DA GOVERNADORA CASTANHAL 09:00
12/05 JULGAMENTO DA GREVE 2005 (SEMEC/BELÉM) JUSTIÇA FEDERAL 14:30
14/05 ASSEMBLEIA DA CATEGORIACENTRO SOCIAL DE NAZARÉ 09:00
14/05 ATO NAS ESCOLAS QUE APRESENTAM RESISTÊNCIA À GREVE (POR TURNO) ESCOLAS DOS CORREDORES --:--
REALIZAR AUDIÊNCIA PÚBLICA A DEFINIR --:--

REUNIÃO TODOS OS DIAS NA ESCOLA AUGUSTO MEIRA - 17 HORAS

segunda-feira, 10 de maio de 2010

INAUGURAÇÃO AUDITÓRIO

Hoje às 17 hs, um sonho torna-se realidade: iremos inaugurar o Auditório. Agora, professores e funcionários, poderão usufruir de um espaço tão longamente esperado. Que continue assim, Avertano Rocha!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

DIA DA MATEMÁTICA

No dia 6 de maio é comemorado no Brasil o Dia Nacional da Matemática. O objetivo dessa comemoração é divulgar a Matemática como área de conhecimento, sua história e suas aplicações no mundo, bem como sua ligação com outras áreas de conhecimento, buscando derrubar aquele velho mito de que aprender Matemática é difícil e apenas privilégio de poucos. O dia foi criado pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática — a SBEM —, e a escolha dessa data é uma homenagem ao nascimento de Malba Tahan, pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza. Tahan é autor de uma extensa obra, incluindo o livro O Homem que Calculava. Professor de Matemática e escritor muito criativo, ele adorava elaborar enigmas em sala de aula para iniciar suas explicações. O primeiro nome falso que ele adotou foi R. S. Slade para fingir que era um escritor de outro país e conseguir publicar uma história num jornal cujo editor já havia rejeitado seus contos quando ele os assinou com seu verdadeiro nome. Como a artimanha funcionou, ele decidiu usar sempre um nome estrangeiro. Mais tarde, escolheu Malba Tahan, pois adorava escrever histórias árabes. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 1895 e morreu aos 79 anos, em 1974, no Recife. Foi um professor ousado para a época e gostava de ir muito além do ensino teórico e expositivo, do qual, aliás, foi um feroz crítico. “O professor de Matemática em geral é um sádico. Ele sente prazer em complicar tudo”, dizia. Também não dava notas “zero” nem reprovava seus alunos. “Por que dar zero se há tantos outros números?”. Já suas histórias eram sobre aventuras misteriosas, com beduínos, xeiques, vizires, magos, princesas e sultões. Em O Homem que Calculava, ele conta as aventuras de Beremis, um árabe que gostava de resolver os problemas da vida com soluções matemáticas. Os números e as propriedades numéricas eram, para ele, como seres vivos. Ele dizia que existem números alegres e bem-humorados, frações tristes, multiplicações carrancudas e tabuadas sonolentas. O Dia Nacional da Matemática, por enquanto, é apenas reconhecido pela SBEM, mas já existem iniciativas para incluir a data em calendários oficiais. E, além de propor a criação da data, a SBEM vai organizar e realizar eventos comemorativos. A cada ano, uma temática comum será proposta como eixo desses eventos, que poderão incluir a realização de atividades como feiras de Matemática abertas à comunidade, oficinas e palestras para professores, mostra de trabalhos de escolas, acampamentos de jovens para discussão de problemas matemáticos e apresentações teatrais. Será uma característica do brasileiro não reconhecer seus talentos e buscar no exterior seus modelos? O professor Mello e Souza enfrentou esse preconceito no início de sua carreira, mas sua mente criativa conseguiu “driblar” essa situação inventando um personagem estrangeiro, por meio do qual sua voz pôde se manifestar. Para criar Malba Tahan, ele pesquisou durante muitos anos a cultura árabe e chegou a ler o Corão e o Talmude. Deu a seu personagem um nome completo, biografia adequada e seu próprio talento de contador de histórias. E deu certo! Muitas pessoas nunca ouviram falar de Júlio César de Mello e Souza, mas são fãs das histórias fabulosas de Malba Tahan. Como muitos cientistas e matemáticos famosos, a vida escolar dele não foi um sucesso, e talvez tenha sido isso que o levou a ensinar de um jeito diferente, contando histórias, propondo desafios, sendo um ator em sala de aula. Ele combatia a Matemática monótona e expositiva com técnicas que hoje são apresentadas como novidades didáticas. Defendia o uso de jogos nas aulas de Matemática e a instalação de laboratórios para o ensino dessa matéria e encarregava os melhores alunos de ajudar os que tinham mais dificuldade. Apesar disso, ainda hoje, muitos estudantes continuam a ser reprovados pela mesma prática pedagógica que ele combatia. Os alunos se queixam do excesso de memorização e dos cálculos repetitivos e não enxergam a utilidade dos conteúdos aprendidos. Professores despreparados não sabem o que fazer para tornar as aulas mais atraentes. Não possuem modelos nos quais se espelhar, já que sua própria educação em relação à Matemática também foi conteudista e baseada na memorização. O fácil acesso dos estudantes às calculadoras e, em alguns casos, aos computadores, provoca o questionamento sobre a validade de alguns aprendizados. Ainda é necessário estudar a tabuada? E logaritmos? Muitas pesquisas vêm sendo realizadas com o objetivo de estabelecer novos rumos para o ensino de Matemática, mas os resultados tardam a chegar às salas de aula. Então, é hora de olharmos um pouco para trás, para quem teve coragem de ousar e fazer dessa ciência algo divertido. E não repetir o erro de achar que é lá fora que estão os modelos a serem seguidos. Para ir mais longe Conheça a história da Matemática e veja como ela constitui um dos capítulos mais interessantes do conhecimento humano.Saiba mais detalhes sobre a vida e a obra do professor Júlio César de Mello e Souza.Fonte: Portal Aprende Brasil

ATENÇÃO , PROFESSORES!

Professor, verifique quanto você irá ganhar, conforme a proposta do governo (PCCR)...

PROFESSOR

20h (100H)

30h (150H)

40h (200H)

Classe Especial

512,50

768,75

1.025,00

Nível Superior (ad4)

515,15

772,52

1.030,02

Especialista

522,75

784,10

1.045,47

Mestre

530,58

795,86

1.061,15

Doutor

538,53

807,80

1.077,07

TÉCNICO

30h (150H)

40h (200H)

Nível Superior

731,77

975,40

Especialista

742,75

990,33

Mestre

753,89

1.005,19

Doutor

765,20

1.020,27

FONTE: Sintepp

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Vergonha:Professor Paraense tem o menor salário do Brasil

Foi veiculada num jornal de grande circulação no Pará, este final de semana, que o professor paraense tem o menor salário de todo o Brasil. Isto se considerarmos o salário percebido de 513,00, para uma jornada de 100 horas/mensais, o que representa R$ 5,13 a hora aula para professores de nível superior (AD4), e R$ 5,10 para professores de nível médio, os chamados AD1. Entre os 22 estados mencionados na reportagem, o Pará é o último colocado. No vizinho estado do Acre, o professor nas mesmas referências e escolaridade recebe R$ 13,96 (30 horas/semanais). No Amazonas o valor é maior ainda: R$ 14,00 (20 horas/semanais). Por uma triste coincidência outro jornal, também de ampla circulação, veiculou, no mesmo dia, matéria informando que R$ 82 milhões depositados na conta da SEDUC e das secretarias municipais foram seqüestrados (devolvidos) ao Ministério da Educação por falhas na prestação de contas. Mais uma prova cabal da incompetência do governo estadual. Baixos salários, falta de verbas, incompetência, falta de democracia, péssimas condições de trabalho e desrespeito aos trabalhadores em educação fazem parte do dia a dia da categoria. Este quadro tem conseqüências trágicas. Uma delas é que o Pará tem o pior IDEB da educação básica de todo o país. Tudo culpa de uma administração que, a despeito da propaganda oficial, não prioriza a educação nem valoriza os trabalhadores. QUANTO GANHA UM PROFESSOR ESTADO VENCIMENTO HORA-AULA

ESTADO

VENCIMENTO

HORA-AULA

Amazonas

1.120,00

14,00

Acre

1.675,79

13,96

Mato Grosso

1.575,00

13,12

Roraima

1.281,00

12,81

Distrito Federal

2.033,54

12,70

São Paulo

1.835,00

11,47

Rio de Janeiro

1.831,74

11,45

Bahia

1.666,00

10,41

Maranhão

815,00

10,41

Minas Gerais

935,00

9,73

Paraná

1.475,90

9,22

Espírito Santo

912,91

9,13

Sergipe

1.450,00

9,06

Rondônia

1.433,00

8,95

Tocantins

1.160,00

7,25

Rio G. do Norte

862,00

7,23

Ceará

950,00

5,93

Paraíba

712,00

5,93

Alagoas

946,45

5,91

Rio G. do Sul

862,00

5,39

Pernambuco

1.025,00

5,13

Pará

1.026,00

5,13